Cultura Popular
27/11/2015
Museu do Folclore
A atividade, realizada na sede do Museu do Folclore (Avenida Olivo Gomes, 100, Parque da Cidade – Santana), é aberta ao público

Último ‘Museu Vivo’ de 2015 será neste domingo no Museu do Folclore
O Museu do Folclore de São José dos Campos realiza neste domingo (29), a partir das 14h, a última edição do projeto Museu Vivo, que reúne diferentes representantes da cultura popular local e regional. A atividade, realizada na sede do Museu do Folclore (Avenida Olivo Gomes, 100, Parque da Cidade – Santana), é aberta ao público.

Neste domingo, estarão presentes Arisnides do Carmo Malaquias Pereira Júnior, mais conhecido como Ari Pereira (música), Marina Benedita da Rosa Oliveira (culinária) e Inez da Graça Moraes Pereira (artesanato).

Nascido em Jacareí, numa família de músicos, Ari Pereira sempre esteve em contato com a música. De tanto ouvir sua mãe cantar e os tios tocarem, aprendeu a tocar violão sozinho. Já adulto passou a integrar um grupo de teatro de rua e, mais tarde, aprendeu a fazer instrumentos musicais com material reciclável.

A música que Ari Pereira toca é basicamente a popular, com incursões no repente e na marchinha de Carnaval, mas se interessa e toca todos os estilos regionais brasileiros. Hoje, trabalha como músico, arte-educador e produtor cultural.

Joseense de nascimento, mas “mineira” criada em Gonçalves (MG), Marina Benedita da Rosa Oliveira aprendeu, ainda adolescente, a fazer com sua mãe um bolinho que substituía o pão no café da manhã e que também era consumido em outras horas do dia: o ‘tareco’. Feito com ovos, farinha de trigo, açúcar, fermento e leite, o bolinho é frito com pouco óleo. Ela conta que, quando aprendeu a receita, o nome do bolinho era ‘orelha de padre’, mas como sua sogra o chamava de tareco, adotou o nome.

Inez da Graça Moraes Pereira nasceu em Redenção da Serra e aprendeu com a mãe, ainda com seis anos, a arte de bordar. Passou a confeccionar toalhinhas, panos de prato, camisas de bebê, toalhas de mesa e para a mesa do presépio. Ela usava pano de saco de farinha e papel carbono para riscar os desenhos de moldes que comprava. Quando veio para São José dos Campos em busca de trabalho, parou de bordar e só retomou a atividade quando se aposentou.

Mais notícias
Fundação Cultural Cassiano Ricardo
Governança